Se entendi tudo errado.
Se aqueles que imaginei quererem o bem eram desacreditados ou apenas enganados por seus medos e covardias de dizer que não queriam.
Se só eu mesmo porto a verdadeira crítica.
Então devo pensar: meu abjeto é erro, é eros.
Mas não acredito em nada disso.
Acredito que a minha sofisticação é resultado de cinismos humanizados,
e que meu desejo é realmente real.
Até porque, é melhor o melhor do que o pior,
assim como é melhor um socialismo trabalhado pelo capitalismo.
Mas eu não sei.
Talvez eu não queira e só queira.
Queira mesmo e desonre a todos.
E a praia do Rio de Janeiro perderia seu sentido.
Ainda devo pensar.

2 comentários:
Eu sei…
Querendo, sem querer.
Quero mesmo em desonra!
Nada me sobra…
Ontem voltei àquela praia.
Nada.
Amanhã, talvez eu retorne.
Um dia, quem sabe,
ela volte a fazer sentido.
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