Mas a pessoa a quem Zeca pediu um favor era um grande artista. Quando ele passou a precisar da parceria e da confiança nos broderes, Zeca passou a tentar uns negócios nas esquinas. Ora, mirando o futuro, buscava-se em trejeito que fosse finalmente acababar o si mesmo; e até a interrupção do que foi ao encontro do mais profundo que havia naquela galera descambambou. Feliz e infelizmente, aquilo era uma crítica à tropicália. Havia um aspecto japonês no fim de tudo, e o último personagem chamava-se até Zeca. Um dia a mais no nervosismo em frente a um computador na Coreia: ele se via em imagem. Os Comedores de Cérebro talvez fizessem um clipe dele, super sujo.
Zeca queria conseguir se imaginar com uma guitarra e uma cara de gay e um tictac da Hello Kitty, de pernas pro alto deitado às vezes, meio senhor dos anéis e Avril Lavigne(?). A Melody viria, assentindo com a cabeça, e teria uma distribuição de mãos e pernas pelos colos da Melody, e isso seria trash sim.

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