terça-feira, 1 de dezembro de 2015

a preguiça nao me diz mais para não fazer nada, como antes. ela agora se posiciona em lugares específicos, do tipo: não é preciso fazer isso, faça apenas aquilo. não é necessário ser tudo isso, basta ser apenas aquilo. você não precisa se esforçar o desnecessário, apenas o que te trará felicidade. posso ver uma modificação do sentido de preguiça: ela não é mais uma preguiça verdadeira, ela passou se colocar gentilmente como um sinal de prudência, que evitará a fadiga que poderá me derrubar lá na frente. instintivamente, num corpo agora são, expresso a palavra "preguiça" para as coisas certas, porque cumpro o que devo cumprir direitinho. mas eu ainda gostaria de ser um grande filósofo, só não sei se a qualquer custo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Um novo gosto e novas boas texturas rosas me confortam

segunda-feira, 23 de março de 2015

A condição das disposições econômicas da dita pequena-burguesia torna possíveis a mobilidade social e a sensação de justiça no mundo liberal. Quanto a tal ética específica, no entanto, Weber estava certo: era restrita a um modelo específico de cultura: a dos protestantes da Europa do Norte. As práticas pequeno-burguesas...

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

a realização de que o mundo tende a sua conservação e que a conservação mesma é uma lei universal, da política à física. esse sentimento daí resultante é aquele que invoca o falso esquerdismo intelectual: o pessimismo.

sábado, 6 de dezembro de 2014

fica a pergunta

O hierarquismo é um mal etnológico?

Eu conheço a sobrinha do Pereio

Tanta gente tão pobre e eu querendo ser feliz. Muita coisa que não foi comida e foi jogada fora e tanta gente tão pobre. Europeus vendo cinema novo boliviano e apreciando. Dentro de uma sala de aula, alguns alunos se juntam e outros ficam de fora. Mendigos sobrevivem durante quanto tempo, em média, numa cidade como o Rio?

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

sentimentos e opiniões

aprendi o que é certo e o que é justo com grandes marxistas do país. desejei o bom e o belo, inspirado pelos mais ímpios playboys esclarecidos pelo psicologismo existencialista. quero mudar de ideia sobre as coisas, mas continuo preso ao meu desejo de aproveitar a vida e à minha culpa por não agir sempre no sentido da revolução socialista. escondo-me no meu desaforo contra a pertinência das críticas alheias e camuflo mil preconceitos clássicos de um brasileiro com um sorriso franco ao porteiro branco. um beijo pra regina casé.