Acabou que eu represento mesmo aquele cara normal. Nos filmes americanos, aquele personagem que eles gostam de representar, com barba por fazer. Vive em meio a vários objetos espalhados pela mesa. Chegou a esse ponto, mas no Brasil. Em uma humilhação infinita, transformada, de alguma maneira, em algo angelical, mas com dores, mas também ok. Uma percepção estranha de não ser eu, mas estar sentado na soleira de uma porta.
terça-feira, 2 de junho de 2026
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